Programa Erasmus+ até 2027

dezembro 19, 2020

Com a expansão do Programa Erasmus+, a União Europeia vai investir mais de € 26 bilhões euros até 2027. Saiba mais!



Até 12 milhões de jovens poderão se beneficiar do Programa Erasmus+ nos próximos sete anos. Depois de uma equipa de negociação do Parlamento Europeu e da presidência do Conselho chegarem a um acordo provisório para expandir o Programa Erasmus+ para o período de 2021-2027.

Sobre o Programa Erasmus+

O Programa Erasmus+ é um programa europeu que apoia a educação, a formação, a juventude e o desporto. Com um orçamento milionário, o Programa Erasmus+ Quatro milhões de europeus tem a oportunidade de estudar, seguir uma formação e adquirir experiência fora dos seus países de origem.

Importante ressaltar que o Programa Erasmus+ não oferece oportunidades apenas para os estudantes. Isso porque o Erasmus+ resulta da fusão de sete programas anteriores e contempla a mobilidade de alunos, professores e profissionais que podem visitar, estudar e trabalhar em diversas instituições de ensino da Europa e do mundo.

União Europeia expande Programa Erasmus + até 2027

A partir de 2021 até ao final de 2027, a União Europeia prevê triplicar o número de alunos que se beneficiam do Programa Erasmus+. A organização quer que o programa seja mais inclusivo, não só por abranger os estudantes do ensino superior, mas também todos os tipos e níveis de ensino e formação.

Sobre o novo Programa Erasmus+ 2021-2027

O Programa Erasmus+ (2021-2027) abrangerá três áreas de ação e os principais objetivos específicos de cada uma serão os seguintes:

  • Na área de ação educação e formação: a promoção da mobilidade para fins de aprendizagem de indivíduos e grupos;
  • No domínio da juventude: a promoção da mobilidade para aprendizagem não formal e informal e a participação ativa dos jovens;
  • No campo do esporte: a promoção da mobilidade para aprendizagem de equipes esportivas.
Com o novo Programa Erasmus + (2021-2027), a União Europeia também planeja facilitar a participação de organizações menores e pessoas com menos oportunidades, entre outras pessoas com deficiência e migrantes, mas também cidadãos da UE que vivem em áreas remotas.



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